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Expomais traz proposta inovadora que será apresentada a Criciúma nesta terça-feira

Os preparativos para a terceira edição da ExpoMais (Encontro Sul Brasileiro de Marketing, Administração, Inovação e Sinergia) já estão a todo vapor. Nos dias 17 e 18 de outubro, Criciúma será palco de palestras e diversas atividades simultâneas transformadoras, que irão ampliar horizontes em mais de 40 horas de programação.

O encontro, que ocorre em diversos espaços da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), é uma cocriação entre entidades empresariais e instituições educacionais: Acic, CDL de Criciúma, Esucri, IFSC, Satc, Sebrae, Senac, Senai e Unesc. O pontapé para a edição de 2018 da ExpoMais ocorre nesta terça-feira, 7, às 8h30min, na Acic, com o café da manhã para apresentação do evento.

“Este evento representa a união das entidades empresariais e das institucionais de ensino superior no intuito de despertar conhecimento em prol do desenvolvimento da região. É também uma das ações que viemos realizando para fortalecer o movimento pela inovação no Sul”, destaca o presidente da Acic, Moacir Dagostin.


Com o intuito de oferecer uma experiência única aos participantes, a ExpoMais traz atividades que se desenvolvem por meio do aperfeiçoamento e da troca de experiências. Além de palestras com nomes de expressão das áreas de marketing, administração, inovação e sinergia. Cases que irão trazer resultados de projetos já executados, painéis, e labs, com o intuito de compartilhar experiências inovadoras, sobre temas convergentes, terão a participação do público.


Novidades em 2018

Palestra internacional;

Lançamento de livro com sessão de autógrafos;

Preview do evento exclusivo para acadêmicos, na noite de 16 de outubro;

Inserção de atividades culturais na programação;

Entrega do Mérito Lojista;

Participação dos núcleos setoriais;

Criação de experiências com uso de tecnologias: AI, Realidade Virtual e Aumentada, entre outras;

Ações sustentáveis, relacionadas à questão ambiental;

Show-room das cocriadoras;


Nomes confirmados

Martha Gabriel

Uma das maiores pensadoras do digital no Brasil, Martha retorna a Criciúma, trazendo seu conteúdo e vivência de keynote internacional, com mais de 70 palestras realizadas no exterior. Premiada por três vezes em congressos americanos, figura entre os 50 bloggers mais influentes do mundo. Seu livro, “Você, Eu e os Robôs: Pequeno Manual do Mundo Digital” bateu recorde de vendas no lançamento. Palestrou também em 4 TEDx. Escritora, artista plástica, é também apresentadora da websérie “Caminhos da Inovação” e do “Sebrae Digital”, da Rádio Jovem Pan.


Arthur Igreja

Ele é um dos As da plataforma AAA, com Ricardo Amorim, do Manhattan Connection, e Allan Costa. Investidor anjo e professor da FGV, Igreja tem experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países. Certificado em Negociação pela Harvard University (EUA) e Cambridge University (Inglaterra). Atualmente cursa o Doctorate in Business Administration na Universidade ESC de Rennes na França. Mestre pela Georgetown University (EUA), Esade (Espanha) e FGV/Ebape. Palestrante em mais de 120 eventos por ano, em eventos como Rock in Rio Academy e TEDx no Brasil, EUA, Europa e América do Sul.


Leandro Antunes Berti

Coordenador Geral de Tecnologias Convergentes e Habilitadoras (CGTC), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações do Brasil (MCTIC). Responsável pela política pública nacional, estratégica, iniciativas de nanotecnologia, fotônica, materiais avançados e manufatura avançada. Membro da Comissão de Ciência e Tecnologia do Conselho Nacional de Tecnologia.


Marcio Ballas

Ator, diretor e dramaturgo, Ballas, tem formação na França e Bélgica e traz a criatividade e a inovação para as organizações, fruto da sua percepção clown. Visto por mais 200 mil pessoas no espetáculo de improviso “Jogando no Quintal”, apresentou-se com os “Palhaços Sem Fronteiras” franceses na África e em campos de refugiados durante a guerra do Kosovo. Atuou no “Doutores da Alegria” e foi apresentador do “É Tudo Improviso”, na Band; “Cante Se Puder” e “Esse Artista Sou Eu”, no SBT. Diretor artístico da Casa do Humor.


(Com informações de Bossa Experiências Criativas – Assessoria de Comunicação ExpoMais 2018)

Por Gil Giardelli: “O cateto da hipotenusa e os tempos pós-normais”

Como membro do World Futures Studies Federation (WFSF), um grupo dedicado a aconselhar a Unesco, estudar o futuro e pensar soluções para o planeta, os tempos que vivemos são tempos pós-normais. Ele carrega nos ventos da revolução três palavras: contradições, complexidade e caos. 

Alguns acreditam, que construir um tobogã no meio da empresa é torná-la inovadora.

São tempos que pessoas mudam de emprego, sem mudar de empresa, vivem um choque de gerações entre os menos de 30 anos e os mais de 60 anos, todos cocriando ou brigando nas empresas.

Tempos que lançamos um foguete no espaço com a mensagem nas peças “Feito no planeta Terra, por seres humanos. Ou na Universidade de Oxford que o “Ghost Club” do século XIII, um grupo de estudos sobre espíritos e vida pós a morte se torna a grande sensação do campus.

Sussurram pelos labirintos corporativos Quarta Revolução Industrial, Destruição Criativa, Inovação Disruptiva, Era Cognitiva, e dos Makers, Mundo Vuca, Blockchain, Hackaton, Cocriação, Computação Quântica, Exploração Espacial e outras tantas tendências exponenciais.

E aposentam os velhos modelos de negócios da “eficiência operacional” de Adam Smith, planta automotiva de Henri Ford, GM, de Peter Drucker, Análise SWOT, cinco forças de Michael Porter já não cabem na Gestão da Inovação, Gestão da Mudança e Gestão do Futuro. 

Tempos da Humanoide Sophia e sua inteligência artificial, que ganha a cidadania da Arábia Saudita para ser a porta-voz da transição econômica, sai a economia do petróleo e entra a economia da inovação.

Mas, em tempos pós-normais, se começa a questionar sobre o motivo de na Arábia Saudita as mulheres não terem os direitos iguais aos homens. 

“Não se pode mudar o mundo sendo obediente. No mundo da inovação, do avanço científico e social. Esse território é dos desobedientes. Aqueles que não perguntam se devemos mudar e sim como mudar”. 

E no pensamento do Futuro, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e seu mantra “Seja desobediente”. Não se pode mudar o mundo sendo obediente. No mundo da inovação, do avanço científico e social. Esse território é dos desobedientes, aqueles que desafiam o astuto quo. Aqueles que não perguntam se devemos mudar e sim como mudar. 

Nesta economia Circular, Criativa e Compartilhada onde você Repensa o Passado, Reconsidera o Presente e Reimagina o Futuro? 

A Philip Morris cria uma campanha no Reino Unido “Um futuro livre de fumaças” para ajudar as pessoas a pararem de fumar. 

E afirma, construímos a empresa de cigarros mais bem-sucedida do mundo, com as marcas mais populares e icônicas do mundo.

Agora tomamos uma decisão dramática, estamos construindo o futuro do PMI em produtos sem fumo, uma escolha muito melhor do que o tabagismo.

A Nestlé lança na China um assistente de inteligência artificial para responder na casa das pessoas perguntas sobre nutrição personalizada. A gigante de alimentos, agora é uma empresa de tecnologia. Novas competições? 

A L’Oréal lança sua Internet das Coisas, um sensor projetado para colocar na unha, permitindo aos usuários rastrear suas exposições ao sol e combate aos riscos de câncer de pele. Novos mercados? 

Um banco europeu lança um cartão de crédito que ajuda os mares. Calcula o impacto do CO2 de cada transação e gera relatório mensal com perfil climático e custo do carbono, conforme definido pelo Banco Mundial. Sugestões de projetos para uma vida mais equilibrada.

Para pensar o futuro, você terá que investir em valores e propósito, inovação empírica, o fim da intermediação, Data Tsunami, educação de alto impacto, igualdade global. A lista é grande.

E você vai ter que ter tempo para como os romanos antigos, pensar em corpo sã, mente sã e alma sã.

“São tempos fabulosos, tempos de muito trabalho e de novas perguntas. Não podemos nos deixar ser seduzidos pelo operacional “

Na livraria da Universidade de Harvard, os livros em destaques e mais vendidos são uma série “O lado humano da vida profissional”, e quatro livros com os títulos “Felicidade”, “Resiliência”, “Mindfulness” e “Empatia”.

Em Nova York, o sucesso é o ônibus da meditação, com instrutores experientes, aromaterapia, cromoterapia, 30 minutos de “quebra de mente” para profissionais ocupados. 

Em Stanford, um dos cursos mais procurados é o Designer Your Life, como criar mundos e resolver problemas, usando o pensamento de design para construir carreira, vida pessoal criativa e produtiva.

São tempos fabulosos, tempos de muito trabalho e de novas perguntas. Não podemos nos deixar ser seduzidos pelo operacional.

Precisamos ter tempo para pensar e mudar sobre o que faremos com um mundo construído no pós Segunda Guerra Mundial? O que faremos com OMS, ONU, OMC, FMI, Banco Mundial, Basiléia? O que faremos com o cateto da hipotenusa que ensinamos aos pequenos alunos nas escolas tradicionais?

E o Brasil, precisar pensar qual seu projeto de futuro e de nação inovadora, somos o único país entre as 20 maiores economias que não tem um lugar apropriado para pensar o futuro da nação, independente de presidente ou linha política. Por exemplo, os EUA têm desde 1929.

É impossível fechar a conta de uma nação inovadora, enquanto estamos em 80º em Competitividade Global pelo Fórum Econômico Mundial,  98º posição no Global Entrepreneurship Index (GEI), 69º em Inovação pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual, ante penúltimo em eficiência empresarial e penúltimo em Eficiência Política pelo IMD Suíço.

Ou enquanto caímos no ranking da corrupção da Transparência Internacional de 69° em 2014 (que já era ruim) para 96° em 2017. No índice de desenvolvimento humano da ONU ocupamos a 79º posição.

 Será que a única luta que nos restou foi lutar pelo futuro?

Em tempo pós-normal é urgente o Brasil tomar decisões de futuro. Bem-vindo ao novo normal. Como disse o futurista William Gibson:  “O futuro já está aqui, está apenas distribuído desigualmente.”

Gil Giardelli é web ativista, estudioso de cultura digital, co-fundador da 5era, Gaia Creative e Humanoide Brasil. Colunista da Band News FM e Revista Você S/A e parceiro Institucional no MediaX de Stanford University.

Veja mais noticias https://expomais.com/blog/

Conhecimento compartilhado na Expomais já dá resultados

A segunda edição da ExpoMais terminou nesta quinta-feira, mas o conhecimento adquirido continuará sendo compartilhado. Prova disso é de que um grupo que se conheceu em uma das atividades paralelas planejou uma nova ferramenta de trabalho e já está pondo a ideia em prática. Na próxima semana, inclusive, eles se reúnem para mais uma dinâmica originada no Encontro Sul-Brasileiro de Marketing, Administração, Inovação e Sinergia.


O que chama atenção é que a startup – empresa emergente – foi criada por profissionais pertencentes a diferentes áreas. O grupo, agora de colegas de trabalho, é composto pelo analista de negócios Anmer Machado; pelo especialista de testes Jônatas Kirsch; pelo profissional de marketing Romer Santos; pelo advogado Henrique Oliveira, pelo analista de automação de testes Ramon Saraiva e pelo jornalista Sandro de Mattia, diretor da TV Litoral Sul.


“Viemos para a ExpoMais, ninguém se conhecia e realmente saímos com o que o evento sugere, que é esta troca de ideias, esta multiplicação de conhecimento. O nosso projeto tem tudo para dar muito certo e fazer o diferencial. Tivemos a ideia, planejamos e ela já está sendo preparada”, conta Sandro de Mattia.


Gamificação e Experiência

Segundo o analista de negócios Anmer Machado, tudo surgiu no Lab Mais, que abordou o tema Gamificação e Experiência, com o especialista Diego Piovesan Medeiros. Diego tem mais de 13 anos de experiência na área do design e da publicidade, com o foco na criação e desenvolvimento de novos projetos gráfico/visuais, passando por importantes agências do Sul de Santa Catarina. Possui dedicação ao planejamento e construção de marcas na empresa Empória Branding, além de lecionar nos cursos de Design – Habilitação Design Gráfico e de Publicidade e Propaganda pela Faculdade Satc.


“Foi criado o grupo e dada uma tarefa para a gente com o objetivo de montar uma rede de negócios com os métodos aplicados. Compartilhamos a ideia, vimos que era viável e o mais interessante é que tudo casou com as palestras anteriores”, explica. Assim que for solidificado, o grupo espera divulgar o resultado do trabalho e o que ele oferece.


A ExpoMais ocorreu na quarta e quinta-feira na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), unindo a classe empresarial, acadêmica e público em geral das mais diversas áreas. Foram em torno de 900 pessoas circulando nos dois dias de evento, que foi considerado excelente por 81% do público participante. A edição 2018 já está confirmada.

(Com informações de Talise Freitas/Ápice Comunicação/Assessoria de Imprensa da ExpoMais)